segunda-feira, 13 de junho de 2011

X-Men: Primeira Classe (X-Men: First Class)



O que marca e o que se destaca no filme X-men: Primeira Classe (2011) são os atores principais. A qualidade de suas interpretações e envolvimento com a história produzem uma qualidade que geralmente não é vista nos filmes de super-heróis. Estou falando dos atores Michael Fassbender (Erik Lehnsherr/Magneto) e James McAvoy (Charles Xavier).

Na trama, os mutantes surgem cada vez mais envolvidos com a política na década de 70. Sua atuação é tão grande que o vilão Sebastian Shaw (Kevin Bacon) líder do famigerado Clube do Inferno, que manipula as ações governamentais para conseguir a terceira guerra mundial. Enquanto isso, Erik Lehnsherr inicia sua corrida de vingança contra os nazistas que mataram sua família e o torturaram. Do outro lado da história está o mutante Charles Xavier, com seu conhecimento em mutação genética é convoado para ajudar a CIA a prender Shaw e montando um time que desafie as forças mutantes do terrorista.

A história é bem conhecida do mundo mutante, falamos de aceitação. Mas, além da aceitação da sociedade o filme desenvolve a aceitação pelo que você é. Este tema desenvolve uma sub-trama inspirada, com a personagem Mística (Jennifer Lawrence) lidando com a questão com equilíbrio e sem drama excessivo.

Como bem citei anteriormente, o filme ganha vários pontos com os dois atores principais. Michael Fassbender, que mostrou sua interpretação em Bastardos Inglórios (2009), produz uma carga emocional ao personagem que induz o leitor a simpatizar-se com a causa dele e não entender as reações dos humanos. No final das contas, sempre escolhemos trucidar o vilão. Quanto a James McAvoy, o fato de descaracterizar a visão certinha de sua versão mais velha é ideal para nos familiarizarmos e McAvoy construir um personagem próprio sem ter que se espelhar nos maneirismo da interpretação de Patrick Stewart.


Quanto ao restante do elenco a turma jovem não se destaca, se mantém no nível das descobertas das capacidades de seus poderes e para ligação ao público jovem. Com exceção de Nicholas Hoult (Fera) que participa da sub-trama da aceitação. Kevin Bacon desenvolve um vilão bom vivant que tem os trejeitos de todo vilão: megalomaníaco. A maior decepção vem dos subalternos, sem muitas falas. Irrita o fato de estarem ali só para aplicar poderes legais. Como Maré Selvagem (Álex Gónzalez), que sequer tem alguma fala. É melhor ter um apenas com boa fala do que um caladão sem expressividade.

O diretor Matthew Vaughn criou vários momentos interessantes no filme. As cenas iniciais com Erik com os nazistas lembra muito Bastardos Inglórios, ângulos de câmera, situações e uso dos silêncios e tensão. Azazel (Jason Flemyng) é protagonista de uma das cenas de invasão mais legais de filmes de super-heróis.

Ponto fraquíssimo vai para os efeitos especiais. Fera parece um bicho de pelúcia e a dublagem da voz do ator com as mandíbulas não foi bem feita (mesmo problema de Venom em Homem-Aranha 3 (2007)). A sequencia de luta de voo é precária. Magneto e seu controle de metais é muito mal produzido quando o garoto se irrita no consultório de Shaw.

O diretor transita entre a ação violenta e ingênua. O primeiro tipo agrada pelo fato de não esperarmos isso de um filme de entretenimento para jovens, não é visceral, mas a intenção com que é provocada é agressiva o suficiente para espantar, essas ações são realizadas graças a presença de Erik na trama. Quanto a ação ingênua (que é a maioria) é produzida nos combates dos jovens mutantes e nos membros do Clube do Inferno, desde a golpes de espada que não produzem sangue até pessoas que quando vão ser obliteradas corta para outra cena.

Acredito que X-men: First Class está sendo supervalorizado pela crítica, principalmente a crítica nerd especializada. O filme é bom, mas precisa diminuir as cenas mirabolantes se não é capaz de produzi-las. Afinar os efeitos especiais e ter mais coragem em manter o ritmo e a carga emocional que foi produzida nas cenas de Fassbender na jornada vingativa de Magneto.

Nota: 8


Rafael Sanzio

sábado, 28 de maio de 2011

Piratas do Caribe 4 – Navegando em Águas Misteriosas (Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides)






Piratas do Caribe volta as suas origens. Sob a direção de Rob Marshall, Piratas do Caribe 4 – Navegando em águas Misteriosas (2011) volta ao bom equilíbrio da série protagonizada pelo carismático Jack Sparrow. Com isso, apesar de achar perigoso continuar com a franquia, o sucesso e a diversão com o novo filme é garantido.


Na trama, Jack Sparrow está em busca da Fonte da Juventude, apesar de não se esforçar tanto para isso. Contudo, mais uma vez ele é empurrado para aventura quando Angélica (Penélope Cruz) entra em seu caminho e exige sua ajuda pois Jack é o detentor do mapa para a fonte. Então, mais uma vez, Jack enfrentará perigos inimagináveis, sobrenaturais e o pirata mais temido dos sete mares, Barba Negra (Ian McShane).

Devo admitir que não tinha boas expectativas quanto ao novo Piratas do Caribe, quem sabe até isso seja uma boa dica para quem não quer se decepcionar, baixe suas expectativas e no mínimo você conseguirá algo além do que esperava. Os roteiristas Ted Elliot e Terry Rossio conseguiram a proeza de fazer uma aventura divertida, com pitadas de sobrenatural (algumas sem explicação) e não colocar só ação (ponto fraco do segundo filme). O arco da história entre o missionário e a sereia não tem a mínima intenção de ser o novo Elizabeth e Turner (o que foi uma ótima surpresa). 

As atuações estão bem convincentes. Johnny Depp não exagera na interpretação, apesar do sucesso de Jack. As novas adições de Penélope e Ian McShane ficaram marcantes, principalmente Barba Negra, precisa ser um vilão com muita presença para se destacar no meio de tantos personagens esquisitos. Quanto a Geoffrey Rush, apesar de achar estranho no início, convenhamos que o seu personagem agora está na corte e isso é caracterizado por seu novo sotaque e expressões, mas o peso interpretativo de Rush merece pontos para a série.

História, ação e aventura. Tudo está balanceado da forma certa em Piratas do Caribe 4, características que nos encantaram no primeiro filme. Não há o que reclamar desse filme de entretenimento, foram pelo caminho certo e deixaram a megalomania de lado. Piratas do Caribe 4 – Navegando em águas misteriosas dá um novo fôlego a franquia, mas será que Depp aguenta?



Nota: 9

Rafael Sanzio

Obs: O filme possui cenas no final dos créditos.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Thor 3D

Rápido. Essa é a sensação ao término do filme de Thor. Pode-se afirmar que essa sensação apareceu pelo filme ser bom e ter um gostinho de quero mais. Mas desconfio que a sensação de rapidez veio pelo fato de que Thor não deixou nada de profundo ou interessante para analisar ou lembrar. Asgard não encantou e nem seu filho pródigo foi o suficiente para chamar a atenção.

Na trama, Odin (Anthony Hopkins) zela pela paz dos Nove Reinos, para mantê-la formou uma trégua com o Rei dos Gigantes de Gelo após uma dura batalha. Após anos do ocorrido seu arrogante filho Thor (Chris Hemsworth) e o ardiloso Loki (Tom Hiddleston) disputam o trono de Asgard. Com uma atitude impensada, Thor ameaça a frágil trégua com os Gigantes de Gelo. Em represália a esse ato, Odin expulsa Thor de Asgard e mando-o para o exílio na Terra. Sem poderes, Thor terá que aprender a ser humilde enquanto Loki arquiteta um plano para chegar ao trono de Asgard.

O que impressiona é a simplicidade do roteiro (para mim ponto negativo). O que era esperado do shaksperiano Kenneth Branagh seria um rebuscamento poético na fala dos personagens de Asgard, mas seus diálogos são tão rasos quanto os da Terra. O que anima um pouco são as pequenas referências do universo Marvel como a presença do Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), a menção à Bruce Banner e a cena pós-créditos finais. Uma pequena centelha da contribuição do diretor pode ser vista na cena do embate emocional entre Loki e Odin na câmara dos tesouros.

Não assistam em 3D. O 3D é desnecessário e só atrapalha nas cenas de ação. Quanto as interpretações Clark Gregg é carismático como o Agente Phil Coulson. Chris Hesmworth é Thor, com todas as consequências que essa afirmação acarreta. No caso de Tom Hiddleston, gostaria de ter visto uma interpretação mais sádica e maliciosa, mas acredito que o Loki que vemos nessa versão é um mais tímido, verde e sem a maliciosidade extremada que vem com a experiência.


Não tenho contatos suficientes para saber se com a associação à Disney o filme de Thor ficou mais infantil, mas o que eu vi foi um personagem sem muitos atrativos, com um potencial vilão a ser melhor trabalhado. Thor não é um filme memorável sequer ótimo. Sem graça.

Nota: 5,5


Rafael Sanzio

domingo, 24 de abril de 2011

Rio


Fiquei feliz por ver a opção no cinema de Rio legendado. Finalmente os cinemas brasileiros tiveram consciência que filme de animação não é feito só para crianças ou tudo fez parte de uma pacotão que o cinema não pode recusar? Especulações à parte, optei pela versão dublada que a seguir explico.

A história mostra Blue, uma arara azul que foi capturado quando filhote e foi levado do Brasil para os EUA. Um acidente faz com que a arara caia nas mãos de Linda, uma garotinha reservada que promete cuidar dele para sempre. Quando os dois se tornam adultos, um biólogo (na verdade cientista especializado em pássaros que esqueci o nome grande dessa profissão) que revela que Blue pode ser o penúltimo de sua espécie. Ele precisa voltar ao Brasil e acasalar com Jade, uma arara azul fêmea. Com uma responsabilidade enorme Linda e Blue viajam para o Brasil e o pássaro terá que se adaptar a nova região e principalmente a uma mal-humorada Jade.

O diretor Carlos Saldanha engrenou após a Era do Gelo e para meu agrado ele não repetiu o estilo de vilões das dos últimas aventuras de Cid, Manny e Diego. Aqui temos vilões com personalidades, pode até conferir m ar clichê a animação, mas promove uma dinâmica necessária ao longa-metragem.

O trabalho de dublagem brasileira está ótima. Optei pela versão dublada pois tive receio de perder o "tempo" das piadas. Por mais que a pessoa saiba inglês, pode bater aquela preguiça ao ver as legendas. Único problema ao escolher a versão em português é não notar a dificuldade da personagem Linda em falar português.


Sempre é estranho ver um filme estrangeiro falar do Brasil, procuramos falhas para criticarmos. Mas lembrem-se, o filme é dirigido por um brasileiro! Então, tem mais chance de ser fiel aos nossos costumes, sim, ele pega a época do carnaval, mas era necessário para o infeliz conhecimento prévio que a sociedade internacional tem de nós.

Rio é uma boa animação, bem feito em closes, mas destoa um pouco nas panorâmicas, com a nítida percepção das paisagens com os personagens inseridos plasticamente em algumas cenas de voo. Fora isso, tem gingado e boas piadas. ótima opção em família.

Nota: 8


Rafael Sanzio

quarta-feira, 23 de março de 2011

Simples ou Complicado?

Ainda discutindo sobre as repercurções do Oscar, debati brevemente acerca de um assunto interessante. Conversando com um colega, eu disse que qualquer flme que estava concorrendo poderia ganhar a estatueta de melhor filme, menos A Rede Social (2010), picuinha apenas! Aceitando essa ideia, revelei qye minha opção seria o filme Bravura Indômita (2010), mas sabia que não iria ganhar porque era muito "simples". Meu colega então afirmou que um filme não precisava ser complicado para ganhar um Oscar.

Vamos esclarecer! Um filme simples é aquele que tem uma estrutura narrativa linear, com temática de fácil acesso, sem inovações de ângulos e personagens esteriotipados, tudo isso em um pacote só. Isso acontece no filme dos irmãos Coen, Bravura Indômita têm sua iquestionável qualidade mediante as interpretações dos seus atores principais e um roteiro mordaz e fial a sua linha western (Faroeste para nós), mas não deixa de ser simples! Bem, simples demais para querer abocanhar uma estatueta (apesar de achar que não era a intenção dos diretores). Já conhecemos o tipo de personagem Cogburn (Jeff Bridges) é: decadente que tenta mostrar que ainda é o melhor pistoleiro (Engraçado como o personagem parece com o cantor de country que Jeff Bridges interpretou em Coração Louco). A menina com mente de adulta também é normal nos filmes e as demais traams consequentes de um faroeste.

Um filme complicado (uso essa palavra por questões humorísticas) possui diversas qualidades, inovações, contextos e subcontextos em sua trama que fazem o público voltar a assistí-lo não por ser de um gênero que goste, mas para entendê-lo sob uma nova ótica que ele disponibiliza. Assim, ele pode receber o título de melhor filme. O filme de Darren Aronofsky, Cisne Negro (2010), encaixa-se nesse tipo.  Tem uma trama interessante, abusa de subcontextos e simbolismos e suas cenas, a atuação de Natalie Portman acrescenta pontos a análise fílmica e contém uma complexidade em sua protagonista. Suas qualidades não forem suficientes para derrotar O Discurso do Rei (2010), mas têm tanta originalidade quanto o vencedor do Oscar de Melhor Filme.


Certo, você pode me dizer e encontrar simbolismos em Bravura Indômita, mas não pode cair no erro de inventar significados que não existem. Na trama do western, notadamente Cogburn (Jeff Bridges) asssume o posto de pai da garota (Hailee Steinfeld) e ela o vê como tal e não como Marcelo Hessel diz no Omelete que (SPOILER) ao chupar o veneno da cobra do braço de Mattie, na verdade Cogburn sela um beijo simbólico que traduz o relacionamento dos dois, com Mattie apaixonada por ele. Não vamos exagerar! No máximo ao envelhecer Mattie considerou melhor as qualidades de Cogburn, mas não em sua aventura de infância.
 
Filmes simples são um ótimo entretenimento, nos concedendo as vezes boas interpretações. Mas o melhor filme é aquele com originalidade, que nos faz refletir, emocionar e ensinar, tanto ao público como a outros cineastas.

Rafael Sanzio

domingo, 6 de março de 2011

Cisne Negro (Black Swan)


Para quem esperava um drama inocente sobre balé e uma paixonite entre aluna e professor, teve uma assustadora e agradável  surpresa com o filme Cisne Negro (2010). O longa-metragem expõe as psicoses de uma jovem bailarina, enquanto tenta alcançar o sonho de ser famosa e cair nas graças de seu mentor. Darren Aronofsky consegue mais uma vez criar um filme interessante, canalizar as angústias do personagem na tela e nos fazer prender o fôlego a cada frame.

Na trama, Nina (Natalie Portman) faz parte de um grupo de balé que precisa renovar sua companhia para atrair um público maior, o diretor da companhi Thomas Leroy (Vincent Cassel) então decide recriar o lago dos cisnes, com a personagem principal sendo ao mesmo tempo o cisne branco e o cisne negro. Nina vê a oportunidade de ser uma grande bailarina, mas precisará vencer seus medos e sua mente que cada vez mais deturpa o que é real da ilusão.

Surpreende a maneira com que o diretor Darren Aronofsky leva o filme, criando o suspense e a trama para o desenvolvimento da esquizofrenia de Nina. Como a sutileza do balé, cada imagem, som são importantes para a simbologia da loucura de Nina. Ao exemplo do som das risadas que surgem a cada limite ou percepção do irreal que a personagem atravessa ou nota.



Natalie Portman mereceu o Oscar. Sua interpretação ofusca as dos demais atores, se é que não foi a intenção do diretor dar tamanho destaque a atriz. Nenhum personagem se sobressai quanto as cenas de angústia, tristeza e alegria de Portman.


Darren Aronofsky é elogiado pela crítica com seus filmes diferentes. Fonte da Vida (2006) e O Lutador (2008), são provas da contínua qualidade do diretor americano. Já é hora dele ser agraciado com uma estatueta, quem sabe ano que vem.


Nota: 10


Rafael Sanzio

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Caça às Bruxas (Season of the Witch)

Nicolas Cage dificilmente voltará a subir ao palco da noite do Oscar. A não ser que alguém como Darren Aronofsky o resgate do limbo dos filmes sem substancia como fizera com Mickey Rourke em O Lutador (2008). A diferença de Rourke e Cage é que Nicolas, de certa forma, não está em decadência. Ele possui um carisma natural, assumindo agora m posto de “eu faço o filme que eu quiser, dane-se o que os outros acharem”. Após sucessos de ação nos anos 90, é legal ter esta estabilidade. Portanto, dessa nova concepção para cá, Nicolas Cage fez vários filmes constituídos com boas premissas (às vezes), mas finalizações capengas. Ao exemplo disso temos: Motoqueiro Fantasma (2007), O Vidente (2007) e Presságio (2009). Caça às Bruxas (2010) segue essa mesma linha de filmes, com altos e baixos e com o carisma presente de Cage.

Na história, Behmen (Nicolas Cage) e Felton (Ron Perlman) são cavaleiros das Cruzadas que passam anos levando o nome de seu Deus às terras pagãs. Mas depois de tanta carnificina, os dois cavaleiros ficam cansados e viram renegados ao desertarem da Guerra Santa. Ao voltarem para a Europa, notam a desolação da região pela peste, praga atribuída à feitiçaria de uma jovem (Claire Foy) que é acusada de bruxaria. Com a Igreja no comando, os dois desonrados cavaleiros podem reconquistar sua reputação se conseguirem levar a bruxa para um monastério distante onde ela será devidamente julgada.


Para quem conhece o trabalho de Joseph Campbell e Cristopher Vogler, o roteiro de Caça às Bruxas está na linha do trabalho desses dois escritores, A Jornada do Herói. Leitura essa obrigatória para quem quiser conhecer a estrutura narrativa das histórias e geral, desde os mitos antigos aos filmes Hollywoodianos. Aqui podemos perceber o herói, no seu mundo comum que são as guerras e resolve sair dele tentando transformar-se. Aparece a chamada à aventura que é levar a bruxa ao monastério e nessa jornada incorpora-se aliados e inimigos a jornada até chegar ao objetivo final. Previsível, mas bom entretenimento. Para aqueles que esperam mais de um roteiro, você ficará decepcionado ao ver que tudo é simples, sem nenhuma trama intricada ou demais possibilidades.


Apesar dessa simplicidade do roteiro, o diretor Dominic Sena produz momentos interessantes no filme, o que diz respeito a ação ou produção do clímax. Em destaque a luta final e maneiras diferentes de destruir inimigos e a sequência inicial.

Para aqueles que gostam de filmes um “algo à mais” vai ficar na cabeça durante todo o longa metragem a nítida certeza que deveria ter ido assistir um filme mais substancial. Para aqueles que curtem uma ida ao cinema, sem pensar demais e se divertir acima de tudo, Caça às Bruxas é um bom entretenimento.



Nota: 6



Rafael Sanzio